“Ética”, palavra tão pequena, porém, o peso e o tamanho mudam quando precisamos colocá-la “em prática”. O desenvolvimento tecnológico na Internet está distanciando as pessoas ou usuários das normas da ética. A Internet é o meio mais rápido de obter noticias e também é a que mais transmiti informações. Tudo que precisamos, na Internet encontramos.
O plágio é um mal cada vez mais comum entre os usuários, principalmente nos trabalhos escolares. Uma criança que não conhece o sentido de ética, digita a “palavra-chave” no Google, por exemplo, em seguida escolhe um link, abri o Word e é só digitar “control+c control+v” (copia e cola), não é só as crianças, acontece com todos nós. Raramente o link da página vai na bibliografia. É um comportamento antiético, entretanto é adotado pela maioria dos estudantes.
Para o juiz Alexandre Miguel, “dentro da moral e da ética não existem regras explícitas ou sanções para a Internet, salvo extremas exceções”. Não sabemos o que é certo e o que é errado, apesar disso, respeitar os direitos autorais é dever de todos. Já que não há uma legislação eficaz para a rede, nós é que devemos ter responsabilidade, a ética é individual, está dentro de cada um de nós.
Por ser uma rede de altíssima velocidade, muitas notícias são postadas sem que o outro lado seja ouvido, ou em casos mais extremos, postam notícias falsas. É dever do jornalista ouvir todos os lados, checar todas as informações, dar espaço de resposta, seja qual for à notícia. Outro caso pouco notável, e de extrema importância, é copiar fotos da Internet, sem creditar o autor. Não é uma ou duas pessoas que fazem plágios, são muitas e isso é complicado e preocupante.
Não é fácil fiscalizar todos os sites. Na era da informação, isso se torna quase impossível, mas cada um de nós precisa ter responsabilidade na hora de usar um texto de outro autor, é fácil inserir um link ou uma bibliografia do texto usado. Sabemos que na Internet não há regulamentação e que estando na rede, é para todos. É errando que se aprende, entretanto não devemos persistir no erro.
O plágio é um mal cada vez mais comum entre os usuários, principalmente nos trabalhos escolares. Uma criança que não conhece o sentido de ética, digita a “palavra-chave” no Google, por exemplo, em seguida escolhe um link, abri o Word e é só digitar “control+c control+v” (copia e cola), não é só as crianças, acontece com todos nós. Raramente o link da página vai na bibliografia. É um comportamento antiético, entretanto é adotado pela maioria dos estudantes.
Para o juiz Alexandre Miguel, “dentro da moral e da ética não existem regras explícitas ou sanções para a Internet, salvo extremas exceções”. Não sabemos o que é certo e o que é errado, apesar disso, respeitar os direitos autorais é dever de todos. Já que não há uma legislação eficaz para a rede, nós é que devemos ter responsabilidade, a ética é individual, está dentro de cada um de nós.
Por ser uma rede de altíssima velocidade, muitas notícias são postadas sem que o outro lado seja ouvido, ou em casos mais extremos, postam notícias falsas. É dever do jornalista ouvir todos os lados, checar todas as informações, dar espaço de resposta, seja qual for à notícia. Outro caso pouco notável, e de extrema importância, é copiar fotos da Internet, sem creditar o autor. Não é uma ou duas pessoas que fazem plágios, são muitas e isso é complicado e preocupante.
Não é fácil fiscalizar todos os sites. Na era da informação, isso se torna quase impossível, mas cada um de nós precisa ter responsabilidade na hora de usar um texto de outro autor, é fácil inserir um link ou uma bibliografia do texto usado. Sabemos que na Internet não há regulamentação e que estando na rede, é para todos. É errando que se aprende, entretanto não devemos persistir no erro.
Nenhum comentário:
Postar um comentário