quarta-feira, 30 de maio de 2007

Credibilidade é tudo

O jornalismo on-line é o meio de comunicação com maior dinamismo e instântaneidade – além do rádio e da TV – dentro da comunicação. Mas hoje, a credibilidade está ameaçada devido ao excesso e a rapidez das informações. São inúmeros os sites de informação procurados pelos leitores, porém, muitos não detêm a peça fundamental: a credibilidade nas informações. É o que diz a leitora Elizângela Alves, “sites de informação é o que não falta, mas devemos tomar muito cuidado com as informações postadas, pois devido à rapidez, podem não ter sido checadas”.
È claro que não é todos os sites de informação que deixam de apurar de forma concreta os fatos, há muitas exceções. O caso do jornalismo on-line, que é tudo muito instantâneo, as possibilidades de não apurar totalmente uma informação é constante. Pode ser que a informação seja checada, entretanto, o “outro lado” pode não ser ouvido. Um site para ter credibilidade, não precisa postar a informação em tempo real ou ser um dos primeiros, credibilidade é postar as informações de forma correta, ouvir “todos os lados” e principalmente, checar todas as informações. A internauta Rosemeire Cardoso, diz assim: “não estou preocupada se o site vai ser o primeiro a dar a informação, me preocupo com a veracidade dos fatos, quero ler uma notícia verdadeira, clara e concisa”.
Há leitores que não se prendem no jornalismo on-line, preferem, ou melhor, acreditam na informação só depois que ela passa na “Globo”. “eu consulto um site para obter os assuntos do dia, mas não fico preso a ele, assisto os telejornais e se possível, escuto uma rádio, na Internet é tudo muito rápido”, explicou o estudante Everton Depieri. O jornalismo on-line é novo e tem muito que aprender. Como diz o ditado: “a pressa é inimiga da perfeição”.

Confira a entrevista com Henrique de Matos, repórter do site
Douradosinforma:

Anderson Zanatta:
O que você pensa sobre jornalismo on-line?
Henrique de Matos:
Acredito que seja o jornalismo do futuro. Apresenta características que se enquadram perfeitamente com estilo de vida existente na sociedade hoje. É um jornalismo mais dinâmico e presente. A pessoa não precisa parar suas atividades para ligar uma televisão ou ler um jornal. No seu próprio local de trabalho, acessa a Internet e em 5 minutos fica sabendo de tudo que acontece no mundo.

Anderson:
Você acha que o jornalismo on-line tem o mesmo nível de credibilidade do que os outros tipos de jornalismo?
Henrique:
É um jornalismo que precisa ser aperfeiçoado, já que muitos ainda o fazem de qualquer jeito, sem apurar as informações. Mas, já existem casos de jornais virtuais super estruturados. As redações são semelhantes à de um jornal impresso com um número considerável de profissionais. Acredito sim, o que garante a credibilidade não é tipo de mídia e sim a qualidade do serviço prestado.

Anderson:
Será que quem escreve para o on-line apura da mesma maneira? Será que já que as notícias podem ser editadas a qualquer momento existe menos preocupação na apuração? O que me diz?
Henrique:
Acho que este ainda é um dos principais problemas do jornalismo on-line. As pessoas têm aquela falsa imagem de que o site que der primeiro a informação é o que tem a maior credibilidade. Mas, não é. Em Dourados, o jornalismo on-line tem muitas falhas na apuração das informações. Por poderem corrigir a informação a qualquer momento pelo sistema, acabam jogando a notícia de qualquer jeito.

Anderson:
E quando há erros, o que você faz para reparar?
Henrique:
Quando erro, procuro fazer uma outra matéria logo em seguida raticando o erro e corrigindo com a informação correta. Por exemplo “diferentemente do que foi publicado na matéria”... aí continuo com a informação certa. O leitor não pode ficar com aquela informação errada nunca.

Anderson: Você, como leitor, confia 100% no jornalismo on-line ou espera “sair no Jornal Nacional” pra acreditar?
Henrique:
A sim, confio sim, principalmente, quando sei quem são profissionais que estão lá do outro lado. Tem jornalistas competentes atuando no on-line e este tipo de jornalismo já tem a sua credibilidade. Ele só precisa ser aperfeiçoado. A TV sempre dá o que já foi notícia nos sites de informação.

Anderson: Como você tem postado as notícias no site: você apura se os fatos são realmente verdadeiros?
Henrique:
Sim, eu sempre procuro confirmar o fato com alguma fonte oficial. Nunca coloco no ar uma informação baseado pelo o que os outros sites colocaram. Tanto porque sempre assino as minhas matérias e não quero correr o risco de passar um vexame. É o meu nome e do site que ficam na reta, então é preciso muita calma e apuração antes de colocar uma informação no ar.

Anderson:
Qual mídia merece mais credibilidade: o jornal, o rádio, o impresso ou a TV?
Henrique: Todos deveriam ter credibilidade. Entretanto, devido aos problemas sociais existentes no país, nem toda a sociedade recebe diariamente um jornal impresso logo pela manhã ou tem acesso a Internet. Então, como sendo os grandes veículos de massa, a TV e o rádio acabam tendo um número bem maior de pessoas acompanhando a sua produção e por isto são sempre mais lembrados pela sociedade. Mas, todos são importantes e têm o seu papel reconhecido.

quarta-feira, 23 de maio de 2007

Onde está a ética???

“Ética”, palavra tão pequena, porém, o peso e o tamanho mudam quando precisamos colocá-la “em prática”. O desenvolvimento tecnológico na Internet está distanciando as pessoas ou usuários das normas da ética. A Internet é o meio mais rápido de obter noticias e também é a que mais transmiti informações. Tudo que precisamos, na Internet encontramos.
O plágio é um mal cada vez mais comum entre os usuários, principalmente nos trabalhos escolares. Uma criança que não conhece o sentido de ética, digita a “palavra-chave” no Google, por exemplo, em seguida escolhe um link, abri o Word e é só digitar “control+c control+v” (copia e cola), não é só as crianças, acontece com todos nós. Raramente o link da página vai na bibliografia. É um comportamento antiético, entretanto é adotado pela maioria dos estudantes.
Para o juiz
Alexandre Miguel, “dentro da moral e da ética não existem regras explícitas ou sanções para a Internet, salvo extremas exceções”. Não sabemos o que é certo e o que é errado, apesar disso, respeitar os direitos autorais é dever de todos. Já que não há uma legislação eficaz para a rede, nós é que devemos ter responsabilidade, a ética é individual, está dentro de cada um de nós.
Por ser uma rede de altíssima velocidade, muitas notícias são postadas sem que o outro lado seja ouvido, ou em casos mais extremos, postam notícias falsas. É dever do jornalista ouvir todos os lados, checar todas as informações, dar espaço de resposta, seja qual for à notícia. Outro caso pouco notável, e de extrema importância, é copiar fotos da Internet, sem creditar o autor. Não é uma ou duas pessoas que fazem plágios, são muitas e isso é complicado e preocupante.
Não é fácil fiscalizar todos os sites. Na era da informação, isso se torna quase impossível, mas cada um de nós precisa ter responsabilidade na hora de usar um texto de outro autor, é fácil inserir um link ou uma bibliografia do texto usado. Sabemos que na Internet não há regulamentação e que estando na rede, é para todos. É errando que se aprende, entretanto não devemos persistir no erro.

quarta-feira, 16 de maio de 2007

A tecnogia que está tomando conta dos celulares

Os novos celulares (compre aqui) mantêm tendências já consagradas. Design e desempenho continuam a ser triunfos importantes para atrair o consumidor.
O sucesso da vendas de celulares se deve a três fatores: o acúmulo de avanços tecnológicos, a ininterrupta queda de preços e a crescente versatilidade dos dispositivos. Para o consumidor, o resultado dessa equação é muita diversão e praticidade na palma da mão. Hoje, têm aparelhos com câmera com resolução de até 3.2 megapixels
(veja aqui). Mas a mania das fotos está sendo complementada pela música. Celulares com MP3 player é a nova sensação do momento. Não tem o mesmo desempenho que um iPod da Apple, por exemplo, mas a promessa é que cada vez mais o celular se aproxime dos tocadores de MP3. Fones de ouvido com Bluetooth, som estéreo, cartões de memória e softwares de transferências de músicas já estão agregados aos aparelhos.
A terceira geração, ou 3G, foi lançada no Brasil em 2005, tem sinal digital e permite a transmissão de dados muito mais rápida e recursos poderosos como transmissão de imagens de televisão com qualidade, download de filmes e conexão de alta velocidade à Internet. A taxa de transmissão digital é de 2 megabits por segundo.
No ano passado, o Brasil atingiu a marca de 100 milhões de telefones móveis em uso e é o sexto maior mercado de celulares do mundo (Veja, 17 de janeiro de 2007).
As telas para reprodução de imagens são cada vez mais caprichadas. O ciclo de vida dos aparelhos sofisticados é de, no máximo, um ao. A cada dia que passa, o celular adquiri maior tecnologia e o consumidor, maior interatividade.
Pessoal, vem aí um celular super chique e super tecnológico, é o
LG KG920 com câmera de 5 Megapíxels, tem MP3 Player, bluetooth, cartão de memória e muito mais. Aqui você pode baixar músicas, vídeos, imagens e games no seu celular.

sexta-feira, 4 de maio de 2007

Simple Plan - Perfect


Essa música é Show...

Simple Plan - Unintled


Esse clipe é muito massa...
Oi... Espero que gostem do meu blog...
Até breve galera...