O jornalismo on-line é o meio de comunicação com maior dinamismo e instântaneidade – além do rádio e da TV – dentro da comunicação. Mas hoje, a credibilidade está ameaçada devido ao excesso e a rapidez das informações. São inúmeros os sites de informação procurados pelos leitores, porém, muitos não detêm a peça fundamental: a credibilidade nas informações. É o que diz a leitora Elizângela Alves, “sites de informação é o que não falta, mas devemos tomar muito cuidado com as informações postadas, pois devido à rapidez, podem não ter sido checadas”.
È claro que não é todos os sites de informação que deixam de apurar de forma concreta os fatos, há muitas exceções. O caso do jornalismo on-line, que é tudo muito instantâneo, as possibilidades de não apurar totalmente uma informação é constante. Pode ser que a informação seja checada, entretanto, o “outro lado” pode não ser ouvido. Um site para ter credibilidade, não precisa postar a informação em tempo real ou ser um dos primeiros, credibilidade é postar as informações de forma correta, ouvir “todos os lados” e principalmente, checar todas as informações. A internauta Rosemeire Cardoso, diz assim: “não estou preocupada se o site vai ser o primeiro a dar a informação, me preocupo com a veracidade dos fatos, quero ler uma notícia verdadeira, clara e concisa”.
Há leitores que não se prendem no jornalismo on-line, preferem, ou melhor, acreditam na informação só depois que ela passa na “Globo”. “eu consulto um site para obter os assuntos do dia, mas não fico preso a ele, assisto os telejornais e se possível, escuto uma rádio, na Internet é tudo muito rápido”, explicou o estudante Everton Depieri. O jornalismo on-line é novo e tem muito que aprender. Como diz o ditado: “a pressa é inimiga da perfeição”.
Confira a entrevista com Henrique de Matos, repórter do site Douradosinforma:
Anderson Zanatta: O que você pensa sobre jornalismo on-line?
Henrique de Matos: Acredito que seja o jornalismo do futuro. Apresenta características que se enquadram perfeitamente com estilo de vida existente na sociedade hoje. É um jornalismo mais dinâmico e presente. A pessoa não precisa parar suas atividades para ligar uma televisão ou ler um jornal. No seu próprio local de trabalho, acessa a Internet e em 5 minutos fica sabendo de tudo que acontece no mundo.
Anderson: Você acha que o jornalismo on-line tem o mesmo nível de credibilidade do que os outros tipos de jornalismo?
Henrique: É um jornalismo que precisa ser aperfeiçoado, já que muitos ainda o fazem de qualquer jeito, sem apurar as informações. Mas, já existem casos de jornais virtuais super estruturados. As redações são semelhantes à de um jornal impresso com um número considerável de profissionais. Acredito sim, o que garante a credibilidade não é tipo de mídia e sim a qualidade do serviço prestado.
Anderson: Será que quem escreve para o on-line apura da mesma maneira? Será que já que as notícias podem ser editadas a qualquer momento existe menos preocupação na apuração? O que me diz?
Henrique: Acho que este ainda é um dos principais problemas do jornalismo on-line. As pessoas têm aquela falsa imagem de que o site que der primeiro a informação é o que tem a maior credibilidade. Mas, não é. Em Dourados, o jornalismo on-line tem muitas falhas na apuração das informações. Por poderem corrigir a informação a qualquer momento pelo sistema, acabam jogando a notícia de qualquer jeito.
Anderson: E quando há erros, o que você faz para reparar?
Henrique: Quando erro, procuro fazer uma outra matéria logo em seguida raticando o erro e corrigindo com a informação correta. Por exemplo “diferentemente do que foi publicado na matéria”... aí continuo com a informação certa. O leitor não pode ficar com aquela informação errada nunca.
Anderson: Você, como leitor, confia 100% no jornalismo on-line ou espera “sair no Jornal Nacional” pra acreditar?
Henrique: A sim, confio sim, principalmente, quando sei quem são profissionais que estão lá do outro lado. Tem jornalistas competentes atuando no on-line e este tipo de jornalismo já tem a sua credibilidade. Ele só precisa ser aperfeiçoado. A TV sempre dá o que já foi notícia nos sites de informação.
Anderson: Como você tem postado as notícias no site: você apura se os fatos são realmente verdadeiros?
Henrique: Sim, eu sempre procuro confirmar o fato com alguma fonte oficial. Nunca coloco no ar uma informação baseado pelo o que os outros sites colocaram. Tanto porque sempre assino as minhas matérias e não quero correr o risco de passar um vexame. É o meu nome e do site que ficam na reta, então é preciso muita calma e apuração antes de colocar uma informação no ar.
Anderson: Qual mídia merece mais credibilidade: o jornal, o rádio, o impresso ou a TV?
Henrique: Todos deveriam ter credibilidade. Entretanto, devido aos problemas sociais existentes no país, nem toda a sociedade recebe diariamente um jornal impresso logo pela manhã ou tem acesso a Internet. Então, como sendo os grandes veículos de massa, a TV e o rádio acabam tendo um número bem maior de pessoas acompanhando a sua produção e por isto são sempre mais lembrados pela sociedade. Mas, todos são importantes e têm o seu papel reconhecido.
È claro que não é todos os sites de informação que deixam de apurar de forma concreta os fatos, há muitas exceções. O caso do jornalismo on-line, que é tudo muito instantâneo, as possibilidades de não apurar totalmente uma informação é constante. Pode ser que a informação seja checada, entretanto, o “outro lado” pode não ser ouvido. Um site para ter credibilidade, não precisa postar a informação em tempo real ou ser um dos primeiros, credibilidade é postar as informações de forma correta, ouvir “todos os lados” e principalmente, checar todas as informações. A internauta Rosemeire Cardoso, diz assim: “não estou preocupada se o site vai ser o primeiro a dar a informação, me preocupo com a veracidade dos fatos, quero ler uma notícia verdadeira, clara e concisa”.
Há leitores que não se prendem no jornalismo on-line, preferem, ou melhor, acreditam na informação só depois que ela passa na “Globo”. “eu consulto um site para obter os assuntos do dia, mas não fico preso a ele, assisto os telejornais e se possível, escuto uma rádio, na Internet é tudo muito rápido”, explicou o estudante Everton Depieri. O jornalismo on-line é novo e tem muito que aprender. Como diz o ditado: “a pressa é inimiga da perfeição”.
Confira a entrevista com Henrique de Matos, repórter do site Douradosinforma:
Anderson Zanatta: O que você pensa sobre jornalismo on-line?
Henrique de Matos: Acredito que seja o jornalismo do futuro. Apresenta características que se enquadram perfeitamente com estilo de vida existente na sociedade hoje. É um jornalismo mais dinâmico e presente. A pessoa não precisa parar suas atividades para ligar uma televisão ou ler um jornal. No seu próprio local de trabalho, acessa a Internet e em 5 minutos fica sabendo de tudo que acontece no mundo.
Anderson: Você acha que o jornalismo on-line tem o mesmo nível de credibilidade do que os outros tipos de jornalismo?
Henrique: É um jornalismo que precisa ser aperfeiçoado, já que muitos ainda o fazem de qualquer jeito, sem apurar as informações. Mas, já existem casos de jornais virtuais super estruturados. As redações são semelhantes à de um jornal impresso com um número considerável de profissionais. Acredito sim, o que garante a credibilidade não é tipo de mídia e sim a qualidade do serviço prestado.
Anderson: Será que quem escreve para o on-line apura da mesma maneira? Será que já que as notícias podem ser editadas a qualquer momento existe menos preocupação na apuração? O que me diz?
Henrique: Acho que este ainda é um dos principais problemas do jornalismo on-line. As pessoas têm aquela falsa imagem de que o site que der primeiro a informação é o que tem a maior credibilidade. Mas, não é. Em Dourados, o jornalismo on-line tem muitas falhas na apuração das informações. Por poderem corrigir a informação a qualquer momento pelo sistema, acabam jogando a notícia de qualquer jeito.
Anderson: E quando há erros, o que você faz para reparar?
Henrique: Quando erro, procuro fazer uma outra matéria logo em seguida raticando o erro e corrigindo com a informação correta. Por exemplo “diferentemente do que foi publicado na matéria”... aí continuo com a informação certa. O leitor não pode ficar com aquela informação errada nunca.
Anderson: Você, como leitor, confia 100% no jornalismo on-line ou espera “sair no Jornal Nacional” pra acreditar?
Henrique: A sim, confio sim, principalmente, quando sei quem são profissionais que estão lá do outro lado. Tem jornalistas competentes atuando no on-line e este tipo de jornalismo já tem a sua credibilidade. Ele só precisa ser aperfeiçoado. A TV sempre dá o que já foi notícia nos sites de informação.
Anderson: Como você tem postado as notícias no site: você apura se os fatos são realmente verdadeiros?
Henrique: Sim, eu sempre procuro confirmar o fato com alguma fonte oficial. Nunca coloco no ar uma informação baseado pelo o que os outros sites colocaram. Tanto porque sempre assino as minhas matérias e não quero correr o risco de passar um vexame. É o meu nome e do site que ficam na reta, então é preciso muita calma e apuração antes de colocar uma informação no ar.
Anderson: Qual mídia merece mais credibilidade: o jornal, o rádio, o impresso ou a TV?
Henrique: Todos deveriam ter credibilidade. Entretanto, devido aos problemas sociais existentes no país, nem toda a sociedade recebe diariamente um jornal impresso logo pela manhã ou tem acesso a Internet. Então, como sendo os grandes veículos de massa, a TV e o rádio acabam tendo um número bem maior de pessoas acompanhando a sua produção e por isto são sempre mais lembrados pela sociedade. Mas, todos são importantes e têm o seu papel reconhecido.
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